Servir

Acontece comigo de achar que minha felicidade ou minha alegria existem em função das conquistas financeiras ou profissionais e geralmente não é assim, porque mal realizo um trabalho, já começo a pensar em outro.

Compartilho com vocês que sinto um calorzinho no peito (e às vezes alguma dor também) quando consigo me colocar a serviço. De um personagem, de uma peça, de um programa, de alguém. É quando faço algo por mim, para me observar, me experimentar, crescer. Quando consigo me olhar com um jeito amoroso, amigo.

É mais simples e concreto do que parece! E obviamente descubro razões egoístas ou de proteção da minha imagem, do meu ego, mesmo nos serviços mais gratificantes, mas como minha intenção é ser mais feliz, vou abraçando esses pedacinhos imaturos pelo caminho.

Essa reflexão me ocorreu depois de ensaiar com Janô e Paulo e sinto que quem me inspirou foi o Janô, com seu amor e sua entrega apaixonada ao teatro e aos seus alunos.

Janô foi professor de interpretação da Escola de Arte Dramática e do Departamento de Artes Cênicas da ECA, mas se aposentou antes que eu entrasse na Escola. Assim mesmo nos tornamos amigos e nos encontramos às quartas à noite pra ensaiar em seu Laboratório Dramático do Ator. São encontros preciosos e me sinto renovado a cada vez que vou!

É o que eu quero compartilhar essa semana!

Abração e bom final de semana pra vocês!

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One response to “Servir

  1. Geraldo, muito bonito isso! Você me diz e eu aprendo a cada dia mais a valorizar tudo que eu faço e a grandeza das coisas no momento presente! E isso me faz muito bem! Beijos

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