Compartilhando

Eu me vejo como uma esponja: inconscientemente eu absorvo tudo ao meu redor. As notícias e histórias que chegam pela TV ou pelas pessoas perto de mim e as idéias que motivam todo esse mundo. Algumas são ótimas e me inspiram a fazer como eles: “Kung fu Panda”, “Yesman”, pessoas que são espontâneas, soltas e amorosas como meus amigos Felipe, Nanci, Ana Clara, Morelli, minha irmã Cacá, minha tia Tetê e minha namorada Lia.

E me chegam também percepções que não me acrescentam muito: violência, intolerância, pessimismo, exigência, rigidez. E o que faço aí, diante de algo externo que eu não gosto?

É comum eu me surpreender usando minha energia para mudar o externo para que não me atinja: tento convencer os outros dos meus pontos de vista e quero que se sintam bem, à revelia do que eles próprios sentem! Quando me flagro aí, me recordo que ninguém precisa mudar porque eu quero que mudem. Se mudarão, será no tempo e de acordo com a capacidade próprias e está bem assim!

Esse impulso de salvar os outros, como se precisassem que eu mostrasse o quanto é bonita a vida é um ralo por onde minha energia se vai de vez em quando. É uma ação tão automática que faço sem perceber, mas de novo, a próxima vez que me pegar no pulo, vou dar um passo pra dentro: tenho encontrado que só posso acender outra luz se eu estiver brilhando. Vamos ver no que dá. Tenho a sensação de que será um passo para ser mais responsável por mim mesmo.

É o que eu quero compartilhar essa semana!

Grande abraço,

Geraldo

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